
Sou Djalma Chaves
Tenho 70 aninhos, ainda sou um menino,
cor morena, 1,80 de altura,
78 quilos.
Sou de MG mas
resido em Iguabinha-Araruama-RJ.
Gosto de me exercitar,
sou canceriano.
Na rede é que me sinto melhor
para escrever,
momento de minha inspiração.
Sou simples, honrado,
carater ilibado,
Hoje me dedico a escrever poesias,
e estou concluindo um livro
sobre a hisória de minha vida.
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OVELHA NEGRA "Tributo a Maldade' Por: Drika's Nick's
O desprezo que de ti emana,
Não é pra mim que te criei insana.
Mas para tua mãe, que a pariu na dor,
num parto em que julgava amor.
O ódio que tua feição empana,
não é para mim que te criei má dona.
Mas para tua mãe, que te alimentou
no peito quente, onde te embalou.
A alma fria com que tratas tua gente,
não é para mim que te criei demente.
Mas para tua mãe, que sofreu calada,
coagida, cheia de vergonha e humilhada.
A ingratidão ao abandonar o lar,
não é para mim que te criei mulher vulgar.
Mas para tua mãe, que muito te amou,
e cegamente em ti acreditou.
A maldade que habita teu ser doente,
não é pra mim que te criei serpente.
Mas para tua mãe, que de ti cuidou,
quando pequenina teu pai te abandonou.
A antipatia que alimenta tua personalidade vã,
não é para mim que te criei filha de Satã.
Mas para tua mãe, que morria a cada dia,
por não se conformar com o que já pressentia.
A futilidade com que pautaste tua vida,
não é para mim que te criei perdida.
Mas para tua mãe, que desesperada,
viu fluir de seus braços a filha amada.
A traição quase incesto por ti praticada,
não é para mim que te criei malvada.
Mas para sua mãe, ingênua de verdade,
de quem furtaste o amor-própio e a dignidade.
Se lá em cima existe um Deuas Onipotente,
que tudo sabe, e entre nós esta presente.
Há de fazer você sofrer profundamente,
tornando-te árida para fecundar uma semente.
Assim, pouparas tua mãe do sofrimento,
de ver no espelho o reflexo de tuas maldades.
Mas no peito materno se ouvira um lamento;
uma prece comovente, de dor e muita saudade.

EU SOU
O sol que te aquece,
A lua que te clareia.
A reza de tuas preces,
O sangue de tua veia.
O ar que respiras,
O alimento de tua ceia.
A água de que precisas,
A luz da tua candeia.
O sêmen que te deu a vida,
O luar da lua cheia.
O balsamo de tua ferida,
A glória que tanto anseias.
O anjo que te guarda,
A estrela que te guia.
O chão de tua estrada,
A noite do teu dia.
Eu sou os teus sonhos,
A fé, a esperança, o amor.
Eu sou teu porvir risonho,
A felicidade e também a dor...
® Djalma Chaves
Direitos Autorais Reservados ®
(CR Nº 242-437/Livro 430- Registrado
Ministério da Cultura - Fun. Biblioteca Nacional)